O setor de Vigilância em Saúde de Andradas divulgou os dados mais recentes do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (Liraa), que apontam Índice de Infestação Predial de 6,8%, o que coloca a cidade como área de alto risco para a transmissão da dengue, zika e chikungunya.
O cenário acende um alerta para a necessidade de intensificar as ações de prevenção, uma vez que o levantamento evidencia que os principais focos do mosquito seguem concentrados dentro dos imóveis, especialmente nas residências.
Recipientes que acumulam água, caixas d’água sem vedação adequada, calhas obstruídas, pratos de plantas e objetos descartados de forma incorreta continuam sendo os maiores responsáveis pela proliferação do Aedes aegypti.
Diante desse cenário, Andradas realizou durante a quinta-feira, 15 de janeiro, uma fiscalização juntamente com o programa Vigidrones, do Governo de Minas Gerais, na qual um drone realizou o monitoramento e o mapeamento de aproximadamente 74 hectares da área urbana para identificação de possíveis criadouros em locais de difícil acesso, como telhados, caixas d’água, calhas, terrenos baldios e piscinas.
As imagens captadas em alta resolução irão subsidiar análises técnicas e orientar ações mais precisas das equipes de Vigilância em Saúde.
Diante da realidade do município, a Prefeitura de Andradas alerta que o combate ao mosquito começa dentro de casa. “A eliminação de criadouros é uma responsabilidade coletiva e decisiva para reduzir os índices de infestação, evitar surtos e proteger a saúde de toda a comunidade, especialmente com a intensificação do período de chuvas”, publicou.