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DTM

Você sabe o que é Disfunção Temporo Mandibular?

Ela pode ser a causa de dores frequentes no rosto, cabeça, pescoço e ombros; sons, estalos ou travamento da mandíbula; e até zumbido nos ouvidos

Postado em 05/03/2018 às 13:24 | Atualizado em 05/03/2018 às 13:24

A DTM se manifesta em forma de qualquer dificuldade em movimentar a boca (Foto: Ilustração)

Pouco conhecida da maioria dos brasileiros, a Disfunção Temporo Mandibular (DTM) pode ser a principal responsável por diversas dores e também por estalos ou sons nas articulações. Entre os sintomas que podem estar associados a esse transtorno articular estão, por exemplo, incômodo na região cervical e dores de cabeça nas têmporas; na bochecha (masseter) e também na mandíbula.

Já os sons ou estalos nas articulações podem apresentar amplitude e intensidade variada, passando desde um simples crepitar - o que seria parecido com um som de areia no interior das articulações, o que pode indicar maiores degenerações - até um completo travamento articular. 

Para a Dra. Ana Daniela Fuliaro, esses sinais e sintomas podem auxiliar no diagnóstico das cefaleias, cefaleias Cervicogênicas e fibromialgia. “O mais importante no tratamento das DTMs inicialmente é não alterar os sinais e sintomas, sem antes chegar a um diagnóstico preciso. Isso pode ser conseguido através de um exame clínico detalhado do paciente, solicitando exames complementares como as Ressonâncias Magnéticas Nucleares”.

Na opinião dela, profissionais menos capacitados e não especializados na área estão mais preocupados em reduzir os sintomas, principalmente a dor, o que apenas agrava o quadro geral. “A utilização de plaquinhas noturnas, fisioterapia, entre outras técnicas, apenas permite que a patologia se estabeleça e evolua, causando lesões irreversíveis para a articulação e piorando o caso”.

Conforme posicionamento da Associação Brasileira de Disfunção (ABD) esses tipos de tratamentos mal direcionados, sem finalização decisiva, podem comprometer os casos. Por isso, ao sentir essas dores ou sintomas, procure sempre um especialista antes de tomar qualquer medida paliativa.

Fonte: Ana Daniela Fuliaro

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